
sábado, 11 de junho de 2011
FESTA DE PENTECOSTES
Pentecostes é o nome de uma festa do antigo calendário bíblico, (Ex 23.14-17; 34.18-23). Originalmente, essa festa é referida com vários nomes:
Festa da Colheita ou Sega - no hebraico hag haqasir. Por se tratar de uma colheita de grãos, trigo e cevada, essa festa ganhou esse nome.(Ex 23.16).
Festa das Semanas - no hebraico, hag xabu´ot. A razão desse nome está no período de duração dessa celebração: sete semanas. O início da festa se dá, cinquenta dias depois da Páscoa, com a colheita da cevada; o encerramento acontece com a colheita do trigo (Ex 34.22; Nm 28.26; Dt 16.10).
Dia das Primícias dos Frutos - no hebraico yom habikurim. Este nome tem sua razão de ser na entrega de uma oferta voluntária, a Deus, dos primeiros frutos da terra colhidos naquela sega (Nm 28.26). Provavelmente, a oferta das primícias acontecia em cada uma das três tradicionais festas do antigo calendário bíblico. Na primeira, Páscoa, entregava-se uma ovelha nascida naquele ano; na segunda, Colheita ou Semanas, entregava-se uma porção dos primeiros grãos colhidos; e, finalmente, na terceira festa, Tabernáculos ou Cabanas, o povo oferecia os primeiros frutos da colheita de frutas, como uva, tâmara e figo, especialmente.
Festa de Pentecostes. As razões deste novo nome são várias: (a) nos últimos trezentos anos do período do Antigo Testamento, os gregos assumiram o controle do mundo, impondo sua língua, que se tornou muito popular entre os judeus. Os nomes hebraicos - hag haqasir e hag xabu´ot - perderam as suas atualidades e foram substituídos pela denominação Pentecostes, cujo significado é cinquenta dias depois (da Páscoa). Como o Império Grego passou a ter hegemonia em 331 a.C., é provável que o nome Pentecostes tenha ganhado popularidade a partir desse período.
Enquanto a Páscoa era uma festa caseira, Colheita ou Semanas ou Pentecostes era uma celebração agrícola, originalmente, realizada na roça, no lugar onde se cultivava o trigo e a cevada, entre outros produtos agrícolas. Posteriormente, essa celebração foi levada para os lugares de culto, particularmente, o Templo de Jerusalém. Os muitos relatos bíblicos não revelam, com clareza, a ordem do culto, mas é possível levantar alguns passos dessa liturgia:
a cerimônia começava quando a foice era lançada contra as espigas (Dt 16.9). É bom lembrar que deveria ser respeitada a recomendação do direito de respigar dos pobres e estrangeiros (Lv 23.22; Dt 16.11);
a cerimônia prosseguia com a peregrinação para o local de culto (Ex 23.17);
o terceiro momento da festa era a reunião de todo o povo trabalhador com suas famílias, amigos e os estrangeiros (Dt 16.11). Essa cerimônia era chamada de "Santa Convocação" (Lv 23.21). Ninguém poderia trabalhar durante aqueles dias, pois eram considerados um período de solene alegria e ação de graças pela proteção e cuidado de Deus (Lv 23.21);
no local da cerimônia, o feixe de trigo ou cevada era apresentado como oferta a Deus, o Doador da terra e a Fonte de todo bem (Lv 23.11).
Os celebrantes alimentavam-se de parte das ofertas trazidas pelos agricultores;
As sete semanas de festa incluíam outros objetivos, além da ação de graças pelos dons da terra: reforçar a memória da libertação da escravidão no Egito e o cuidado com a obediência aos estatutos divinos (Dt 16.12).
Observação: Era ilegal usufruir da nova produção da roça, antes do cerimonial da Festa das Colheitas (Lv 23.14).
Características da celebração
A Festa das Colheitas era alegre e solene (Dt 16.11);
A celebração era dedicada exclusivamente a Javé (Dt 16.10);
Era uma festa ecumênica, aberta para todos os produtores e seus familiares, os pobres, os levitas e os estrangeiros (Dt 16.11). Enfim, todo o povo apresentava-se diante de Deus. Reconhecia-se e afirmava-se o compromisso de fraternidade e a responsabilidade de promover os laços comunitários, além do povo hebreu;
Agradecia a Deus pelo dom da terra e pelos estatutos divinos (Dt 15.12);
Era uma "Santa Convocação". Ninguém trabalhava (Lv 23.21);
Era celebrado o ciclo da vida, reconhecendo que a Palavra de Deus estava na origem da vida " da semente " da árvore " do fruto " do alimento " da vida...
[editar] PentecostalismoPentecostes é o símbolo do Cenáculo, onde os Apóstolos se reuniram, pela primeira vez, à espera do Espírito Santo. No Cenáculo, desde a fundação, a comunidade cristã aí se reúne, para ser conduzida pelo Sopro Inspirador, compartilhando o amor em Cristo. Atualmente o 50.º dia após a Páscoa é considerado pelos cristãos o dia de Pentecostes. Pentecostes é quando o Espírito Santo visita os apóstolos e desce sobre eles, na forma de fogo (mera representação). A partir daí os apóstolos passam a pregar o Evangelho em línguas estranhas: Há ação do Espírito Santo no ser humano sempre que este se converte dos seus pecados, pelo arrependimento, e passa a crer em Jesus Cristo como único e suficiente Senhor e Salvador, pedindo a Deus que lhe revista e encha do Espírito Santo. Tal experiência é chamada de batismo no Espírito Santo. Isto tem ocorrido durante toda a história do cristianismo, sendo enfatizado, especialmente, em meados do século XX com o surgimento das primeiras Igrejas Protestantes Pentecostais, as quais enfatizam os dons do Espírito, ou pelos membros da Renovação Carismática Católica (RCC) que, seguindo a doutrina e as diretrizes de sua Igreja, fazem o mesmo.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
A História junto a Cultura
O Duo Milewski tem um repertório marcado por influências musicais de compositores brasileiros e poloneses, países de origem da dupla. Quem for aos concertos vai ouvir de Chopin (Trois Ecossaises op. 72), a Zequinha de Abreu (Tico-tico no fubá) e Waldir Azevedo (Brasileirinho). Jerzy Milewski (violino) e Aleida Schweitzer (piano) são casados há quatro décadas e se apresentam juntos desde 1968, tendo já passado por todo o Brasil e várias cidades do mundo.
Os concertos fazem parte dos “Concertos de outono”, do Música no Museu. Existente há quase 14 anos, o projeto é a versão brasileira do que acontece nos principais museus do mundo, como os de Paris, Lisboa, Nova Iorque e Madri. A iniciativa surgiu no Rio de Janeiro com o objetivo principal de oferecer música de boa qualidade e incentivar a formação de novas plateias para concertos.
Agenda: Música no Museu, com concerto do Duo MilewskiDia 2 de junho: Mosteiro de São Bento (Olinda), a partir das 20h
Dia 3 de junho: Igreja da Madre de Deus (Recife), a partir das 20h
IRMÃ DULCE NOVA BEATA DA SANTA MADRE IGREJA

A chuva que caiu desde o período da manhã em Salvador não tirou o ânimo dos cerca de 70 mil fiéis que acompanham, desde o início da tarde de ontem, a festa de beatificação da religiosa baiana Irmã Dulce. A imagem da religiosa baiana Irmã Dulce (1914-1992) foi revelada pela primeira vez como beata às 18h de ontem, na missa de beatificação realizada em no Parque de Exposições de Salvador. A “bem aventurada Dulce dos Pobres” foi recebida por dezenas de milhares de fiéis, que acenaram para a imagem com lenços brancos com a imagem da nova beata. O rito de beatificação durou exatos 20 minutos. Primeiramente, foi feito o pedido oficial de beatificação pelo Arcebispo de Salvador, Dom Murilo Krieger. Um dos religiosos presentes leu então a biografia de Irmã Dulce, nascida Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, em 26 de maio de 1914.
Cerca de 15 minutos depois, o cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo, representante do papa Bento XVI e presidente da cerimônia, leu, em latim e em português, a carta apostólica assinada pelo pontífice, oficializando a beatificação da religiosa. O momento final do rito de beatificação ocorreu às 18h, com o descerramento da imagem de Irmã Dulce pela primeira vez como “bem-aventurada Dulce dos pobres”. O papa Bento XVI fixou a data de 13 de agosto como o dia de celebração da beata.
A celebração teve início às 17h com a presença de dezenas de milhares de fiéis. A presidente Dilma Rousseff, os governadores da Bahia Jaques Wagner e de São Paulo, Geraldo Alckmin, além do ex-governador paulista José Serra, prefeitos da Bahia e autoridades religiosas, acompanham a cerimônia.
As caravanas, vindas de todo o País, começaram a chegar ainda pela manhã ao Parque de Exposições. “Perto do que Irmã Dulce fez, enfrentar chuva não é nada”, disse, emocionada, a aposentada Maria Conceição Rossi, de Aracaju, em Sergipe. “Estar em um evento como este é uma oportunidade de agradecer por todas as graças que recebemos. Há mais de dez anos rezo para que Irmã Dulce não deixe faltar nada na vida de minha família, e só tenho a agradecer”, frisou.
Após o rito de beatificação, a sergipana Cláudia Cristiane dos Santos Araújo, agraciada com um milagre atribuído pela Igreja Católica à religiosa, subiu ao altar, onde também foram exibidos objetos pertencentes à nova beata, agora considerados relíquias. A funcionária pública foi salva de uma intensa hemorragia que a acometeu logo após o parto de seu segundo filho, Gabriel, hoje com 10 anos. Cláudia e Gabriel depositaram um arranjo de flores sob a imagem oficial da religiosa, que passará a ser como Irmã Dulce será conhecida entre os católicos do mundo.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Arcebispo de Aparecida é eleito presidente da CNBB

O arcebispo de Aparecida (SP), cardeal Raymundo Damasceno Assis, foi eleito na noite desta segunda-feira (9) para presidir a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) nos próximos quatro anos.
Natural de Capela Nova (MG), ele foi eleito no segundo escrutínio com 196 votos (71% dos votos válidos).
O cardeal de São Paulo, d. Odilo Pedro Scherer, ficou em segundo lugar, com 75 votos. A partir de amanhã serão eleitos também o vice-presidente, secretário-geral e os presidentes das 12 comissões pastorais da CNBB.
A eleição do novo presidente foi realizada durante a 49ª Assembleia Geral da CNBB em Aparecida, que começou na última quarta-feira (4) e vai até sexta-feira (13).
No primeiro escrutínio, dom Raymundo havia obtido 161 votos contra 91 de d. Odilo. Por não ter alcançado dois terços dos votos, houve a necessidade do segundo escrutínio. Damasceno substitui o arcebispo de Mariana (MG), d. Geraldo Lyrio Rocha, que ficou por quatro anos no cargo e decidiu não tentar a reeleição.
Damasceno era considerado um dos favoritos para assumir a presidência da CNBB por causa, principalmente, do seu perfil conciliador e do prestígio que obteve após a visita do papa Bento 16 ao santuário nacional de Nossa Senhora Aparecida, em 2007.
O novo presidente da CNBB é tido também como uma pessoa próxima ao papa e de fácil diálogo com setores da sociedade civil organizada e o governo.
Durante as eleições do ano passado, ele defendeu que temas relacionados ao "direito à vida", como o aborto, e ao matrimônio fossem debatidos pelos candidatos na campanha presidencial.
Nomeado cardeal pelo papa em outubro passado, Damasceno é presidente da Celam (Conferência do Episcopado da América Latina e do Caribe) e já foi secretário-geral da CNBB por dois mandatos consecutivos, entre 1995 e 2003.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Mais de 300 mil jovens já estão inscritos para a JMJ 2011
Da Redação, com ACI Digital
Arquivo
Os jovens de Madri se preparam para receber os mais de 300 mil jovens já inscritos para a JMJ 2011.
Faltando menos de 100 dias para o início da Jornada Mundial da Juventude em Madri, Espanha, cerca de 340 mil jovens de mais de 170 países já se inscreveram para o encontro que acontecerá entre os dias 16 a 21 de agosto com o Papa Bento XVI.
Segundo o Comitê Organizador da Jornada, os trabalho de preparação em Madri entram em sua reta final. O diretor executivo da JMJ 2011, Yago de la Cierva, recordou que em janeiro deste ano deixou-se a fase de planejamento para começar a implementação dos planos realizados de acordo com a Santa Sé e com as três administrações públicas envolvidas.
O diretor explica que para confrontar todos os preparativos com a necessária dedicação, sete departamentos se dividiram em 16 áreas operativas envolvendo “muitas pessoas, a maioria delas voluntários de tempo integral ou parcial". O objetivo principal, para os organizadores, é "que os jovens encontrem em Madrid uma cidade acolhedora e passem dias inesquecíveis". Yago de la Cierva indicou também que o selo desta JMJ será jovial e ao mesmo tempo mostrará a cultura e a religiosidade espanhola. “Tudo deve estar enraizado nos 20 séculos de tradição católica deste país", ressalta.
A JMJ de Madrid terá início no dia 16 de agosto com uma Missa inaugural seguida de diferentes atos até a chegada do Papa no dia 18, na Praça de Cibeles. Durante esses dias, Santo Padre terá também encontros com professores universitários, religiosas, seminaristas, voluntários, deficientes físicos e enfermos.
Enquanto isso, o programa cultural da JMJ ocupará as ruas e os diversos cenários que oferece a capital espanhola com mais de 300 atividades. Assim, museus como O Prado serão cenários de exposições e itinerários pictóricos.
As catequeses ocorrerão entre os dias 17 e 18 de agosto em mais de 200 igrejas de Madrid, onde bispos de todo mundo se encontrarão com os jovens. Como parte dos preparativos, neste domingo, 8, foi realizado um encontro com famílias que acolherão os jovens e voluntários, no Madrid Arena.
Um abraço!
Os jovens de Madri se preparam para receber os mais de 300 mil jovens já inscritos para a JMJ 2011.
Faltando menos de 100 dias para o início da Jornada Mundial da Juventude em Madri, Espanha, cerca de 340 mil jovens de mais de 170 países já se inscreveram para o encontro que acontecerá entre os dias 16 a 21 de agosto com o Papa Bento XVI.
Segundo o Comitê Organizador da Jornada, os trabalho de preparação em Madri entram em sua reta final. O diretor executivo da JMJ 2011, Yago de la Cierva, recordou que em janeiro deste ano deixou-se a fase de planejamento para começar a implementação dos planos realizados de acordo com a Santa Sé e com as três administrações públicas envolvidas.
O diretor explica que para confrontar todos os preparativos com a necessária dedicação, sete departamentos se dividiram em 16 áreas operativas envolvendo “muitas pessoas, a maioria delas voluntários de tempo integral ou parcial". O objetivo principal, para os organizadores, é "que os jovens encontrem em Madrid uma cidade acolhedora e passem dias inesquecíveis". Yago de la Cierva indicou também que o selo desta JMJ será jovial e ao mesmo tempo mostrará a cultura e a religiosidade espanhola. “Tudo deve estar enraizado nos 20 séculos de tradição católica deste país", ressalta.
A JMJ de Madrid terá início no dia 16 de agosto com uma Missa inaugural seguida de diferentes atos até a chegada do Papa no dia 18, na Praça de Cibeles. Durante esses dias, Santo Padre terá também encontros com professores universitários, religiosas, seminaristas, voluntários, deficientes físicos e enfermos.
Enquanto isso, o programa cultural da JMJ ocupará as ruas e os diversos cenários que oferece a capital espanhola com mais de 300 atividades. Assim, museus como O Prado serão cenários de exposições e itinerários pictóricos.
As catequeses ocorrerão entre os dias 17 e 18 de agosto em mais de 200 igrejas de Madrid, onde bispos de todo mundo se encontrarão com os jovens. Como parte dos preparativos, neste domingo, 8, foi realizado um encontro com famílias que acolherão os jovens e voluntários, no Madrid Arena.
Um abraço!
sábado, 30 de abril de 2011
O MAIS NOVO BEATO DA IGREJA
DeusNo dia 2 de abril de 2005, véspera do 2º Domingo da Páscoa, o “Domingo da Divina Misericórdia”, o Papa João Paulo II, homem de Deus e da Igreja, homem simples do povo, entregou sua alma a Deus, após muitos sofrimentos físicos e depois de quase 27 anos à frente da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.
O lema que o Cardeal Woytila, de Cracóvia na Polônia, tinha escolhido era composto de duas palavras “totus tuus”, início de um hino de louvor e súplica a Santíssima Virgem Maria, a quem o Papa dedicara sua vida e a consagrou.
Todo teu sou, ó Maria! Assim ele viveu e, quando sofreu o atentado que quase o matou na Praça São Pedro, era 13 de maio, dia de Nossa Senhora de Fátima, a quem o Pontífice atribuiu “a mão que desviou o projétil” para que ele não morresse.
Quantos trabalhos e viagens pelo mundo! O Papa João Paulo II foi chamado “o Peregrino de Deus, o Peregrino da Paz”. A muitíssimos países, povos e nações visitou e a todos fazia ecoar as suas primeiras palavras na homilia do início do seu pontificado em outubro de 1978: “Abri as portas para o Senhor!”. E ele ainda reforçava: “Abri as portas, ou melhor, escancarai as portas para o Senhor. Não tenhais medo de Jesus Cristo”.
João Paulo II, na sua primeira visita ao Brasil, foi recebido com o canto: “A bênção, João de Deus, nosso povo te abraça. Tu vens em missão de paz. Sê bem-vindo e abençoa este povo que te ama. A bênção João de Deus”. E a cada vez que grupos de peregrinos ou mesmo nós, Bispos do Brasil, em Roma, cantávamos este refrão, João Paulo II parava e dirigia um sorriso ou um gesto carinhoso para aquele grupo no meio de tantos outros que o saudavam.
No dia do seu sepultamento, juntou-se em Roma uma multidão de mais de quatro milhões de pessoas vindas de todas as partes do mundo. Era bela e inusitada a afluência de tantos jovens no enterro do velho Papa.
Na frente da Basílica de São Pedro, junto ao corpo de João Paulo II, os Bispos, Sacerdotes, Religiosos e quantas autoridades de tantos países. Ele, ainda na sua morte, trouxe para junto de si governantes ou representantes de países que estavam em conflitos. O Sumo Pontífice morto ainda falava e ensinava a paz.
O povo aclamava “Santo Súbito”, isto é, que ele seja declarado Santo já, agora. Santo Imediatamente.
O cardeal que presidiu no dia 8 de abril de 2005 a Missa Solene de Exéquias, Joseph Ratzinger, foi eleito o sucessor de João Paulo II com o nome de Bento XVI, e será ele que ouviu a aclamação do povo: “Santo Súbito”, que neste domingo da Divina Misericórdia, 1º de maio de 2011, Dia do Trabalhador, proclamará Bem-aventurado o Bispo da Santa Igreja, o Papa João Paulo II.
E nós, felizes e sinceros, na verdade da nossa fé, faremos ecoar por todo o mundo: Bem-aventurado João Paulo II.
Rogai por nós.
Amém! Aleluia!
Dom Bruno Gamberini
Arcebispo Metropolitano de Campinas - SP